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Pai, mãe e filho são presos durante operação policial contra o tráfico de drogas em Pirapozinho

Além de porções de cocaína, na casa da família ainda foram localizados um revólver e várias munições. Ação começou com investigação em desfavor do rapaz, de 26 anos. Revólver, peças de arma de fogo, droga e balanças de precisão foram apreendidas Polícia Civil A Polícia Civil prendeu nesta segunda-feira (19) três pessoas de uma mesma família durante uma operação, em Pirapozinho. Pai, mãe e filho possuíam armas e munições irregulares em casa. O rapaz já era investigado por tráfico de drogas, crime pelo qual também responderá criminalmente. Após trabalho investigativo de, aproximadamente, quatro meses, a Polícia Civil monitorou, durante esta segunda-feira, um alvo que seria traficante em Pirapozinho e em Presidente Prudente. Após horas de acompanhamento policial e na posse de dois mandados judiciais de busca e apreensão em mãos, os 15 policiais civis envolvidos na ação perceberam uma movimentação típica de entrega de entorpecentes em um comércio ligado ao pai do investigado. Durante a ação policial, um homem foi abordado quando compraria dois “pinos” de cocaína do traficante, fato este confirmado pelo usuário de drogas em solo policial, além de outras provas coletadas. Na sequência, os policiais civis deram cumprimento ao mandado de busca na oficina do pai do investigado e encontraram munições de calibre 38 e peças de arma de fogo. Também foi feito contato com a equipe do Canil do 8º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) e as equipes foram até residência do investigado, segundo local das buscas. No imóvel foram localizadas balanças de precisão e aproximadamente 14 embalagens de cocaína já embaladas para a venda, bem como munições de arma de fogo. Continuando as buscas, os policiais civis junto da cadela Mayla do 8º Baep localizaram dentro de uma das gavetas da mãe do suspeito, no quarto do casal, um revólver de calibre 32, além de diversas munições de vários calibres e prontas para uso e emprego imediato. Durante os trabalhos de busca, foram encontrados ainda diversos compridos de estimulante sexual, que serão enviados para perícia. Após o laudo pericial, havendo constatação de seu princípio ativo, será instaurado Inquérito Policial por crime contra a saúde pública em momento oportuno. Todos os presos foram conduzidos até a Delegacia da Polícia Civil de Pirapozinho, onde ainda foi decretada a prisão em flagrante por crime de tráfico de drogas, nas modalidades “armazenar” e “vender”, além de posse de arma de fogo e munição de calibre permitido, ao rapaz de 26 anos. Quanto ao casal – pais do investigado –, de 45 e 48 anos, foi dada voz de prisão em flagrante por posse irregular de arma de fogo e munições, além de serem investigados por possível ligação e participação no tráfico de drogas do filho. Arbitrada fiança de R$ 5.000 para cada um deles. Os valores não foram pagos e ambos permaneceram à disposição da Justiça. VÍDEOS: Tudo sobre a região de Presidente Prudente Veja mais notícias em G1 Presidente Prudente e Região.
Tue, 20 Apr 2021 10:19:38 -0000
'Quis mostrar o que é sobreviver a um genocídio', diz diretora bósnia indicada ao Oscar

Jasmila Zbanic fala ao G1 do cuidado ao expor massacre de 1995 no filme 'Quo vadis, Aida?': 'Não quero que negacionistas do genocídio falem: ela cometeu um erro, a história é fake.' 'Quo vadis, Aida?' - Veja trailer Jasmila Zbanic tinha 21 anos e morava em Sarajevo, capital da Bósnia e Herzegovina, quando aconteceu o último genocídio europeu: o massacre de Srebrenica, em 1995. Ao menos 8 mil bósnios foram tirados de um abrigo da ONU e assassinados pelo exército sérvio. Duas décadas e meia depois, a cineasta bósnia mostra a agonia de viver um genocídio em câmera lenta em "Quo vadis, Aida?", indicado ao Oscar de melhor filme em língua estrangeira. O filme estreia em plataformas pagas de streaming no Brasil nesta terça-feira (20). O longa mostra o desespero de uma mãe para salvar a família do fuzilamento. A personagem é ficcional, mas o drama tem como cenário o registro histórico de como oficiais das Nações Unidas (ONU) foram omissos com o massacre. "Não queria que um europeu visse e pensasse: 'Isso nunca vai acontecer comigo'. Não é verdade. Pode acontecer com qualquer um se o contexto permitir", diz a diretora e roteirista ao G1. Jasmila ressalta o cuidado que teve para não errar nenhum fato histórico. "Não quero que os negacionistas do genocídio falem: olha só, ela cometeu um erro aqui, essa história toda de Srebrenica é fake", ela explica. "Até agora eles não conseguiram achar nenhum erro", comemora. Por fim, a diretora fala sobre a alegria que a indicação do filme ao Oscar levou para as mães que sobreviveram ao genocídio e buscam até hoje os corpos de seus filhos. "Elas sentem que o trauma delas foi reconhecido e alguém se importa". Leia a conversa completa abaixo: G1 - Quando você começou a escrever o roteiro e quanto tempo levou? Jasmila Zbanic - Pensava no filme havia muito tempo, mas cinco anos atrás achei um livro chamado “Under the UN flag”, de Hasan Nuhanovic. Ele era um tradutor que testemunhou tudo e teve que traduzir para a família dele: “Agora vocês têm que sair do abrigo”. Quando li o livro, percebi como as pessoas poderiam ter sido resgatadas se a ONU estivesse pensando e agindo de outro jeito. Aí comprei os direitos do livro e tentei adaptar. O aspecto político foi muito interessante. Srebrenica foi abandonada muito antes de 11 de julho de 1995. Foi uma decisão política dos EUA, França e Grã-Bretanha de terminar a guerra da Bósnia em 1995. Eles fizeram um acordo com Milosevic, que era presidente da Sérvia, e deram a ele o Leste da Bósnia. Eles impediram a ONU de reagir. 'Quo vadis, Aida?' Divulgação Então pensei que seria um thriller político incrível, eu queria fazer as pessoas sentirem de verdade como é sobreviver a um genocídio, estar lá, ter seus filhos mortos, que foi a situação de tantas mulheres na Bósnia. Decidi seguir por essa história humana. Eu queria muito dar ao público a oportunidade de se identificar com aquela personagem bósnia, a mulher que estava tentando resgatar sua família. Em um momento pensei em seguir a história de Hassan Muhanovic, mas era difícil ter esse aspecto de família. Então criei essa personagem mulher que está protegendo seus filhos. Era muito importante para mim as pessoas entenderem que também podem estar nessa situação se as circunstâncias mudarem. Não queria que algum europeu assistisse e pensasse: 'Ah, isso nunca vai acontecer comigo'. Não é verdade. Pode acontecer com qualquer um se o contexto permitir. Então foi um processo que gastou várias versões do roteiro até o formato final. Eu ainda mudava durante os ensaios, durante a filmagem. Embora durante a filmagem não desse para mudar muito porque a gente só tinha 42 dias para mostrar essas coisas complicadas. Então a gente teve que ser preciso. Mas para mim o roteiro é um corpo que vive e muda com o tempo, e meu objetivo era que o público estivesse o mais próximo possível da Aida e pensasse nas decisões, no que eles fariam no lugar dela. G1 - Você e a equipe fizeram parte dessa história de certa forma, pois viviam no país durante a guerra. O quão intensa foi a filmagem para vocês? 'Quo vadis, Aida?' Divulgação Jasmila Zbanic - A gente não vivia em Srebrenica, que teve um destino diferente de Sarajevo, por exemplo, onde eu vivia. Mas Sarajevo também foi cercada, a gente não podia sair nem entrar. Em certo momento tinha um túnel sob o aeroporto e foi assim que as pessoas começaram a sair e entrar. E foi assim que a comida chegou, porque a gente não tinha comida, eletricidade, gás, nada. Então eu tive a experiência da guerra, mas não a experiência de Srebrenica. Eu tive que fazer muita pesquisa e conversar muito. Emocionalmente foi difícil. Às vezes eu pensava: "Acho que eu devia fazer comédia". Fugir dessas histórias muito intensas, humanas e reais. Por outro lado, é uma história não contada, e essas mulheres querem que as pessoas saibam o que aconteceu, que tenham reconhecimento. Isso me fazia sempre esquecer minhas questões emocionais e continuar. Mas houve muitas situações em que eu quase desisti. Foi muito, muito difícil. G1 - Você vivia em Sarajevo na época em que o massacre aconteceu. Antes disso, vocês se sentiam seguros com as instituições nacionais e internacionais? Achavam que as instituições iriam impedir que isso acontecesse? Aida e o oficial holandês das forças da ONU em 'Quo vadis, Aida' Divulgação Jasmila Zbanic - Srebrenica foi atacada fortemente em 1992. E teve um momento em que a ONU decidiu que a cidade seria uma "zona segura". E desde então não houve ataques. Havia incidentes, tentativas do exército da Sérvia. Mas a ONU, por negociações ou outros meios, conseguia parar. Então eu pensei: “ok, não está funcionando perfeitamente, mas está funcionando de alguma forma. E a ONU está protegendo Srebrenica.” Eu estava preocupada com outras cidades na Bósnia que não tinham essa proteção da ONU. Elas estavam em uma situação péssima. Eu sabia que os políticos que estavam lidando com a guerra da Bósnia e a ONU estavam sob enorme pressão de interesses diferentes. Como a Rússia, que estava por trás de decisões de políticos da Sérvia. Os EUA eram contra. Então essas grandes potências estavam brigando através desse país pequeno e pobre. Eu sabia que não há justiça perfeita no mundo, mas que a ONU pudesse nos trair tanto eu não sabia. Aprendi isso em 11 de julho de 1995. Não digo nunca que a ONU é uma instituição corrupta que deveria ser fechada. Eu sempre digo que quero que a ONU exista, porque é uma grande ideia de colocar todas as nações juntas, mas a gente tem que achar um jeito de as instituições que protegem os direitos humanos se importarem realmente com as pessoas, e não interesses políticos, lucros, eleições de alguns presidentes. G1 - O massacre foi classificado como genocídio no Tribunal de Haia em 2004. Qual é a importância de ter essa declaração oficial de genocídio? Jasmila Zbanic - Acho que é muito importante. Porque o genocídio é planejado. Há uma intenção de matar. Não é só um soldado louco que pratica um massacre. Um fato muito importante é que foi planejado por anos, e o plano era que toda a nação fosse exterminada. Aida (Jasna Djuricic) em 'Quo vadis, Aida?' Divulgação G1 - Qual foi a reação na Bósnia quando você lançou o filme? Sei que deve ter sido diferente para cada grupo, mas como foi? Jasmila Zbanic - Eu queria muito que não houvesse essa divisão. Tipo "os sérvios não vão gostar do filme, os bósnios vão gostar". E eu não queria que partidos políticos usassem meu filme nos seus próprios interesses. Então eu e minha equipe pensamos muito em como não ter essas narrativas na mídia. A gente decidiu fazer o lançamento do filme só para jovens da Sérvia, Croácia e Bósnia. A gente falou para eles - e divulgou isso para toda a mídia - que não há nações culpadas pelo genocídio. Especialmente para as pessoas novas nascidas depois de 1995. Ninguém deveria acusar um garoto sérvio porque Mladić (general sérvio condenado em Haia) cometeu esse genocídio. Isso é muito importante para nossa região. O que esses criminosos de guerra e seus apoiadores fazem é colocar a sua própria culpa no país inteiro. E desse jeito eles fazem o país prisioneiro de seus interesses e seus lucros. Foi um trabalho grande lançar esse filme como uma história humana totalmente independente que pede por empatia e solidariedade. E funcionou muito bem, porque a gente teve uma cobertura de imprensa muito boa na Sérvia. Claro que veículos do governo e de extrema-direita falaram coisas ruins e bobagens, mesmo sem ver o filme, eles escreveram resenhas antes de assistirem. Mas todos os outros entenderam que a minha intenção não era dividir as pessoas. Eu odeio essa generalização: se você é sérvio você vai pensar desse jeito. Se é croata, vai pensar de outro. Acho que é muito perigoso e é isso os políticos querem: dividir a gente assim. Fico feliz com as reações, mesmo pequenas. Quando digo que tenho uma ótima respostas de jovens sérvios, estou falando de dez, quinze pessoas que escrevem para mim no Instagram dizendo: "A gente amou seu filme, essa narrativa que a gente aprendeu na escola e na mídia sobre Srebrenica parecia ter tinha alguma coisa errada, obrigado por abrir meus olhos”. Para mim isso é um grande passo. G1 - Qual é, no fim das contas, a importância de investigar um genocídio, relembrar como foi e mostrar para outras pessoas no filme a forma como ele aconteceu? Jasmila Zbanic - Para mim era muito importante ser o mais precisa possível com os fatos. Por causa dessa negação. Não quero que os negacionistas do genocídio falem: olha só, ela cometeu um erro aqui, essa história toda de Srebrenica é fake. Eu realmente queria tudo certo e chequei todos os fatos várias vezes. O filme é uma ficção, mas todos os fatos são importantes para a personagem principal. Até agora todos os críticos da direita não conseguiram achar nenhum erro no filme. Porque, em especial para os jovens, é muito difícil ler todos esses documentos, leva anos. Eu fui responsável o suficiente para dizer: eles vão ver o filme e entender o que aconteceu. Jasmila Zbanic Divulgação G1 - Aqui no Brasil uma indicação ao Oscar causa uma comoção nacional. Como foi a reação aí na Bósnia quando saiu sua indicação? Jasmila Zbanic - Como eu disse, tem uma extrema-direita reclamando, mas a maioria das pessoas está muito, muito feliz. Não é só orgulho nacional. Talvez com outro filme a gente sinta só orgulho. Mas aqui o principal é que os sobreviventes e vítimas sentem que o trauma deles foi reconhecido, que alguém se importa com eles. As pessoas aprendem com o filme em lugares que a gente não imaginava. Eu vou ligar para as Mães de Srebrenica e dizer: eu falei com pessoas no Brasil sobre o que aconteceu. Elas sempre choram, porque para elas é muito importante que as pessoas pelo menos saibam o que aconteceu. É uma coisa pequena, mas para elas é enorme. Ainda há mil corpos de vítimas desaparecidos. Eles ainda estão escondidos em algum lugar em valas comuns. A vida de muitas mulheres é achar esses corpos. Esse filme é para elas, e é mais que um filme. 'Quo vadis, Aida?' Divulgação
Tue, 20 Apr 2021 10:18:44 -0000
Ônibus da CSN voltam a circular e sistema de transporte de Salvador opera normalmente

Coletivos da empresa foram os únicos a não ir para as ruas, na última segunda (19), mesmo após paralização de 4h dos rodoviários ser encerrada. Ônibus da CSN voltaram a circular nesta terça-feira, em Salvador Reprodução/TV Bahia Voltaram a circular normalmente em Salvador, na manhã desta terça-feira (10), os ônibus do transporte público que pertencem à Concessionária Salvador Norte (CSN). Os coletivos da empresa foram os únicos a não ir para as ruas, na última segunda (19), mesmo após a paralização de 4h dos rodoviários ser encerrada. O ato de segunda-feira foi realizado para protestar e reivindicar o pagamento das verbas rescisórias dos rodoviários que pertenciam à CSN. Além disso, eles querem também ser incluídos na lista de prioridades da vacinação contra a Covid-19. Com a saída normal dos coletivos da CSN, nesta terça, o sistema de transporte de Salvador opera completo. Os ônibus da empresa alimentam principalmente as localidades da linha 2 do metrô, nas regiões de Mussurunga, Av. Paralela e orla da cidade. A CSN possui duas garagens e, só da em Brotas, saem 150 ônibus, que circulam por 30 linhas, Na tarde desta terça-feira, uma audiência de mediação entre a CSN e rodoviários será realizada na sede do Tribunal regional do Trabalho (TRT), Os rodoviários esperam um acordo com os empresários. "Acreditamos que hoje à tarde possa surgir um bom efeito entre os empresários e prefeitura. É preciso sair desse entrave. É preciso bom senso pra assinar esse TAC hoje, para a gente sair desse imbróglio", diz Daniel Mota, representante do Sindicato dos Rodoviários. Impasse O problema teve início no dia 27 de março, quando a CSN teve o contrato rescindido pela prefeitura de Salvador, após um relatório de uma auditoria apontar diversas irregularidades na gestão do contrato por parte da empresa. Segundo o prefeito Bruno Reis, o total da dívida acumulada da CSN é de R$ 516 milhões. Com isso, a prefeitura anunciou que montaria uma operação emergencial de transporte buscando garantir o atendimento dos usuários do transporte público na bacia operada pela concessionária. Em junho de 2020, a prefeitura de Salvador decretou a intervenção da CSN, após ser informada pelo Sindicato dos Rodoviários de que a concessionária vinha descumprindo acordo coletivo assinado com a categoria, além de atrasar constantemente o adiantamento salarial e o tíquete alimentação. O decreto foi para manter o serviço e garantir os empregos dos 4,5 mil funcionários que atuam no sistema. Confira mais notícias do estado no G1 Bahia. Assista aos vídeos do G1 e TV Bahia
Tue, 20 Apr 2021 10:18:14 -0000
VÍDEOS: Bom Dia Goiás de terça-feira, 20 de abril de 2021

Veja todos os vídeos do Bom Dia Goiás de terça-feira, 20 de abril de 2021. Veja todos os vídeos do Bom Dia Goiás de terça-feira, 20 de abril de 2021.
Tue, 20 Apr 2021 10:18:07 -0000
Transporte público funciona normalmente nesta terça-feira (20), em João Pessoa

Trabalhadores do Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Passageiros e cargas tinham decido entrar em greve. TRT proibiu a paralisação. Ônibus na plataforma do Parque da Lagoa, no Centro de João Pessoa Raniery Soares/CBN A circulação dos ônibus está dentro da normalidade, nesta terça-feira (20), na Paraíba. Em João Pessoa, o transporte público segue funcionando normalmente. Trabalhadores do Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Passageiros e Cargas (Sintro-PB) tinham decido entrar em greve, no entanto, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) proibiu a paralisação. Nesta segunda-feira (19), o TRT de João Pessoa poribiu a paralisação do transporte público. A decisão diz que fica impedido "qualquer tipo de obstáculo ou realizar qualquer tipo de movimento tendente a prejudicar a plena, ampla, contínua e total fruição dos serviços de transportes públicos por ônibus em João Pessoa". De acordo com o TRT, a determinação considera a "inexistência de motivo plausível para quaisquer reivindicações argumentando que os direitos dos trabalhadores encontram-se resguardados por meio de acordo judicial". Além disso, o órgão acrescenta que a redução do quantitativo de veículo de transporte coletivo poderia ocasionar uma aglomeração não indicada neste momento de pandemia da Covid-19. O presidente do Sintro-PB, Claudemir Bezerra, informou que, após analisar a notificação do TRT, decidiu por suspender a greve e informou que se reunirá com a categoria para decidir o que fazer. A categoria reivindica o retorno das comissões dos 50% do ticket alimentação, retorno dos cobradores demitidos, fim da dupla jornada, implantação do ponto eletrônico, retorno das homologações no sindicato, entrega de fardamentos, pagamento de horas extras e vacinação para a categoria. Vídeos mais assistidos do G1 Paraíba
Tue, 20 Apr 2021 10:17:55 -0000
RPC: veja as informações adicionais das reportagens do dia 20/04/2021
O G1 lista os principais destaques dos telejornais da RPC desta terça-feira (20). Saiba os endereços, telefones e os sites das reportagens exibidas. G1 Paraná Bom Dia Paraná >>> O Grupo de dança do Colégio Estadual do Paraná abriu as aulas para toda a comunidade, de graça, durante a pandemia. São vários horários e várias turmas, não há limite de idade ou outra especificação para participar. Para mais detalhes, acesse o site www.dancep.com.br. Veja mais notícias do estado em G1 Paraná.
Tue, 20 Apr 2021 10:15:19 -0000
Secretaria de Saúde de Sergipe convoca candidatos para segunda prova prática do Samu

Segundo a SES, a prova prática será realizada na Fundação Estadual de Saúde, na segunda (26) e terça-feira (27). Ambulância do Samu G1/Arquivo A Secretaria de Estado da Saúde (SES) de Sergipe publicou a 2ª lista de convocados para a prova prática do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que será realizada na Fundação Estadual de Saúde (Funesa), na segunda (26) e terça-feira (27). Constam na lista os profissionais classificados na primeira fase do Processo Seletivo Simplificado (PSS) 01/2020. As atividades prosseguem de 3 a 7 de maio. O horário e data que cada candidato deve comparecer está disponível na lista. O candidato não poderá realizar a prova em outro dia ou horário, e o não comparecimento acarretará a eliminação do mesmo. A recomendação é que os profissionais compareçam com roupas leves para atividades práticas (tênis, calça confortável) e com 30 minutos de antecedência do horário agendado.
Tue, 20 Apr 2021 10:14:53 -0000
Governo oficializa troca de superintendente da PF no Amazonas que pediu investigação de Salles
O delegado Leandro Almada da Costa vai assumir o cargo de superintendente no lugar de Alexandre Saraiva, que havia pedido ao STF para investigar o ministro do Meio Ambiente. O governo federal oficializou nesta terça-feira (20) a troca na Superintendência da Polícia Federal do Amazonas. O delegado Leandro Almada da Costa vai assumir o cargo de superintendente no lugar de Alexandre Saraiva. A troca foi assinada pelo Secretário-Executivo do Ministério da Justiça, Tercio Issami Tokano, e publicada no Diário Oficial da União (DOU). A mudança ocorre após Saraiva pedir, na última quarta-feira (14), que o Supremo Tribunal Federal investigue o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, por atrapalhar o trabalho da PF.
Tue, 20 Apr 2021 10:12:03 -0000
PF mira suspeitas de fraude em contratos da Unirio
Equipes cumpriram nove mandados de busca e apreensão, expedidos pela 8ª Vara Federal Criminal, nas cidades do Rio de Janeiro, Rio Bonito e Saquarema, na Região dos Lagos. A Polícia Federal (PF) iniciou nesta terça-feira (20) a Operação Predestinado, que visa a apurar suspeitas de fraude em contratos da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio). Equipes cumpriram nove mandados de busca e apreensão, expedidos pela 8ª Vara Federal Criminal, nas cidades do Rio de Janeiro, Rio Bonito e Saquarema, na Região dos Lagos. Durante as investigações foram verificados indícios da prática de direcionamento e superfaturamento em contrato firmado entre a Unirio e uma empresa especializada para prestar serviços continuados de operação, manutenção preventiva, corretiva e emergencial. A PF apura várias irregularidades na condução do processo administrativo. O material apreendido será periciado e servirá para aprofundar a investigação e, eventualmente responsabilizar um maior número de pessoas envolvidas nas fraudes.
Tue, 20 Apr 2021 10:10:08 -0000
Com chuva abaixo da média e volume do Cantareira 'pela metade', Consórcio PCJ alerta sobre abastecimento de água

Após trimestre aquém, bacias dos rios PCJ registraram 11,8% da precipitação esperada para primeiros 15 dias de abril. Sistema Cantareira está 52% da capacidade, e ideal era manter 70%. Rio Capivari, em Rafard Tonny Machado/ Raízes FM Chuvas abaixo da média para o primeiro trimestre de 2021 e o volume do Sistema Cantareira em 52% motivaram um alerta do Consórcio Intermunicipal das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ) sobre o risco para o abastecimento hídrico neste ano e em 2022. O consórcio, que abrange 73 cidades abastecidas pelos rios das três bacias, inclusive as regiões de Campinas (SP) e Piracicaba, recomenda que municípios iniciem campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e que os reservatórios de abastecimento de bairros sejam mantidos em condições de pleno funcionamento. Segundo os dados do consórcio, no primeiro trimestre deste ano o volume de chuva ficou 20% abaixo da média histórica nas bacias PCJ. Isso prejudicou a recuperação do Sistema Cantareira, principal fonte de água da região. E, na primeira quinzena de abril, as cidades registraram 8 milímetros de chuva, o que representa 11,8% do esperado. Para piorar, abril é o mês que marca o início da redução no volume de chuva, o que significa mais dificuldade para recuperação dos reservatórios. O Sistema Cantareira opera, atualmente, com 52% do volume, e o ideal seria terminar o primeiro trimestre com percentual próximo de 70%. Neste mesmo período do ano passado, o manancial operava com 63,7% do volume útil. "Caso esse comportamento hídrológico se confirme nos próximos meses, existem grandes chances da região das Bacias PCJ passar por forte estresse hídrico já em 2021, com reflexos também para o próximo ano. O risco se torna ainda maior aos 58 municípios não atendidos pelo Sistema Cantareira e, portanto, sem uma reserva extra para suprir suas necessidades durante a estiagem que se aproxima". Rio Atibaia, em Campinas Reprodução/EPTV Para efeito de comparação, a vazão média de afluência ao Cantareira entre janeiro e março foi a segunda menor dos últimos 20 anos, atrás apenas de 2014 e 2015, "quando foi registrada a maior estiagem desde 1930", afirmou o consórcio. "A permanecer esse cenário, não atingiremos em 2021 os volumes mínimos necessários de armazenamento de água para garantir maior segurança hídrica ao Sistema Cantareira". Construção de cisternas para água de chuva No alerta, o consórcio também estimula que as cidades façam campanhas para construções de cisternas urbanas e rurais para armazenamento de água de chuva. "Poderá vir a faltar água para o abastecimento público nos municípios e para a garantia das agriculturas irrigadas, no campo", prevê. Segundo o consórcio, construções de grandes reservatórios regionais também são parte das políticas públicas para evitar o desabastecimento e garantir a reserva para tempos de estiagem. "As ações para minimizar os problemas das estiagens são complementares entre si e envolvem uma série de medidas estruturais e não estruturais associadas. A sensibilização da comunidade e a implementação de políticas públicas eficientes que garantam a resiliência dos mananciais envolve tanto o poder público quanto a ação da sociedade em geral". Veja mais notícias da região no G1 Campinas
Tue, 20 Apr 2021 10:09:02 -0000

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