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Semana Pop #79: O que famosos estão fazendo de concreto contra o coronavírus?
Celebridades brasileiras cantaram ‘Trem bala’ em vídeo de campanha para ajudar UTIs. Fora do Brasil, Rihanna, Justin Bieber e outros fizeram doações; ouça no Semana Pop. Você pode ouvir o Semana pop no G1, no Spotify, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça.
Sat, 28 Mar 2020 09:00:49 -0000
Por trás de vídeos no Instagram, o que famosos estão fazendo de concreto contra o coronavírus?
Celebridades brasileiras cantaram ‘Trem bala’ em vídeo de campanha para ajudar UTIs. Fora do Brasil, Rihanna, Justin Bieber e outros fizeram doações; assista no Semana Pop. Semana Pop conta quais famosos têm ações concretas para combater coronavírus Parecia inofensiva a reunião virtual de uma turma de celebridades para cantar "Imagine", música de John Lennon, no Instagram. Mas, em meio à pandemia do coronavírus, com a tensão que tomou conta do mundo inteiro, o vídeo gerou debate na internet - algumas pessoas criticaram a tentativa de dar uma máscara "good vibe" para o problema. Veja todas as edições Ouça em podcast Por trás de ações como essa nas redes sociais, quais famosos têm projetos concretos para ajudar a diminuir os prejuízos da pandemia? O Semana Pop deste sábado (28) explica as ações de celebridades como... Rihanna Justin Bieber Ryan Reynolds e Blake Lively Xuxa Fiorella Mattheis O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Está disponível em vídeo e podcast.
Sat, 28 Mar 2020 09:00:47 -0000
Estudante de Acari conta sobre dificuldades para voltar da Espanha em meio à pandemia da Covid-19

Jovem relata ainda como foi isolamento no país, que já contabiliza mais de 4 mil mortes. Lethicia Amâncio de Almeida teve dificuldades para voltar da Espanha para o Rio Arquivo Pessoal Uma jovem da Zona Norte do Rio que estuda em uma universidade na Espanha, Lethicia Amâncio de Almeida, 22 anos, teve dois voos cancelados para voltar ao Brasil. Em meio à pandemia da Covid-19, ela conseguiu embarcar para São Paulo nesta sexta, mas a volta pro Rio ainda está indefinida. “Chegando lá [no Brasil] que eu não sei o que fazer ainda”, disse Lethicia. Ao G1, ela contou o que passou na Espanha, e as dificuldades que enfrentou durante o período de isolamento. “Eu passei cerca de 14 dias trancada em um apartamento sozinha”, relatou ela, sobre o isolamento no país europeu. A estudante acrescenta ainda que não encontra máscaras ou álcool em gel para comprar na Espanha há mais de um mês, Lethicia, que mora em Acari, na Zona Norte do Rio, estuda jornalismo pela PUC-Rio e conseguiu uma bolsa de estudos na universidade de Vigo. Porém, com as medidas de isolamento no país, que já teve mais de 4 mil mortes registradas pelo novo coronavírus, ela comprou uma passagem para esta sexta-feira (27). A perda de valor da bolsa de estudos, segundo ela, foi decisiva para querer voltar. “O que me fez voltar foi isso, ter aula à distância, ficar sozinha em uma pandemia e principalmente o valor do euro. A moeda só sobe a cada dia que passa”, contou. Os voos dela, no entanto, foram cancelados. Ela contou sobre as tentativas de falar com a empresa Latam. Initial plugin text “As fronteiras da Espanha estão instáveis, a qualquer momento eu posso ficar presa aqui, sou brasileira e só quero voltar ao meu país. Me digam o que fazer”, pediu ela, via Twitter. Durante a sexta-feira, Lethicia foi por conta própria até Madrid e conseguiu marcar um voo que chegaria neste sábado em São Paulo. Em nota, a LATAM, que acabou conseguindo um voo para a estudante, afirmou que a crise de saúde global causada pelo novo coronavírus (COVID-19), "além das restrições e fechamento de fronteiras em alguns países, têm causado transtornos a todos". A empresa também diz que "tem trabalhado fortemente para repatriar seus clientes e está em contato constante com as autoridades locais para poder viabilizar voos". Corrida para mercados A situação na Espanha, segundo Lethicia, piorou muito depois do dia 14 de março. Ela contou que, de repente, se viu obrigada a correr para supermercados para comprar mantimentos antes de cumprir quarentena. “A única coisa que me fazia ter contato humano eram videochamadas com a minha família e todos os dias, pontualmente às 20h, quando os vizinhos iam pra janela aplaudir os funcionários do serviço público. Eles também colocavam música e dançavam”, contou. Lethicia relatou os cuidados com a saúde desde o início da pandemia. “Não tive nenhum sintoma. Estou tomando vitamina c e me alimentando bem desde que isso tudo começou. Só saio pra rua com luvas e mantenho distância das pessoas”, finalizou. Initial plugin text
Sat, 28 Mar 2020 09:00:34 -0000
Se ligue nos links (28 de março)

Roma, na Itália, deserta em virtude da quarentena para proteger da Covid-19 o país que registra maior número de mortes pela doença Andrew Medichini/AP 1) No Medium, Tomas Pueyo explica por que, no atual estágio da pandemia, as medidas de isolamento, quarentena e distanciamento social devem ser tomadas o mais rápido possível e de forma rigorosa em todas as áreas afetadas, ao contrário do que sugere David Katz no New York Times. No Guardian, Jonathan Portes desfaz a falácia de que será preciso aceitar o sacrifício de vidas para salvar a economia da crise gerada pela Covid-19. Em estudo publicado na Social Science Research Network (SSRN), Sergio Correa, Stephan Luck e Emil Verner mostram, com base na história da gripe espanhola de 1918, que a economia entra em contração por causa da pandemia, não das políticas adotadas para combatê-la. No VoxEU, Charles Goodhart e Manoj Pradhan questionam o que será da atividade econômica depois das quarentenas e do período de expansão fiscal e monetária. Na Foreign Policy (FP), Stephen Walt afirma que a pandemia resultará num choque irreversível para a globalização. A FP também ouviu 12 analistas sobre o que mudará no mundo com a pandemia. No Observatório de Política Fiscal, do Ibre-FGV, Denise Neumann reúne as principais ideias que circularam para tentar manter a saúde da economia brasileira. Steve Bannon, artífice da campanha de Donald Trump e um dos primeiros a acordar para os riscos do novo coronavírus Reuters/Carlo Allegri 2) Na Vanity Fair, T.A. Frank conta que os primeiros a soar o alarme para o risco do corononavírus nos Estados Unidos foram os apoiadores originais de Donald Trump como Steve Bannon. No New York Times, Katherine Stewart analisa a influência dos conservadores religiosos nas opiniões de Trump sobre a pandemia. A Reuters relata que médicos e profissionais de saúde que chegaram como refugiados da Síria se tornaram essenciais para a Alemanha registrar menos mortos pela Covid-19 que outros países europeus. Ilustração do Sars-CoV-2, coronavírus causador da Covid-19 Getty Images via BBC 3) Na New Yorker, Siddharta Mukherjee mostra como o coronavírus age no corpo de um infectado. Também na New Yorker, Carolyn Kormann narra a história do vírus na natureza, dos morcegos aos seres humanos. A Wired entrevistou Larry Briliant, epidemiologista considerado um dos principais responsáveis pela erradicação da varíola, sobre a melhor estratégia de combate à pandemia. O diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, Anthony Fauci, discursa ao lado do vice-presidente dos EUA Mike Pence e dos integrantes da Força-Tarefa de Coronavírus na Casa Branca Jim Watson / AFP 4) Em artigo no New England Journal of Medicine, Anthony Fauci, Clifford Lane e Robert Redfield resumem os desafios no combate à Covid-19. Um estudo preliminar do Centro para Modelagem Matemática de Doenças Infecciosas (CMMID) sugere um método para calcular os patamares de subnotificação nos testes para a doença com base na letalidade registrada dias depois (o CMMID também mantém uma página especial de artigos dedicados à Covid-19). No Centro para a Dinâmica das Doenças Contagiosas (CCDD), da Universidade Harvard, o epidemiologista Marc Lipsitch sintetiza as razões por que a chegada do verão no Hemisfério Norte provavelmente não deverá arrefecer a disseminação da doença. Um estudo no Swiss Medical Weekly tenta medir o efeito da temperatura na taxa de propagação do vírus. Demanda por UTIs com a evolução da epidemia de Covid-19/Brasil G1/Editoria de Arte 5) Em artigo preliminar no MedRxiv, pesquisadores da Fundação Getúlio Vargas e da Fiocruz sugerem um modelo matemático para estimar o alcance da epidemia no Brasil. Outro modelo, elaborado pelo matemático Lucas Amorim, pelo economista Gustavo Kay e pelo especialista em saúde pública Gonzalo Vecina Neto, tenta estimar a sobrecarga do sistema de saúde nos estados brasileiros. Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) também analisam o impacto da pandemia na demanda por recursos hospitalares nas microrregiões do país. Em nota técnica, um grupo de cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Universidade de Brasília (UnB) e da Universidade de São Paulo (USP) constatam que a Covid-19 poderá ser mais devastadora do que se imagina. O avanço do coronavírus pelos municípios brasileiros pode ser acompanhado no site especial da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. O Observatório Covid-19 BR prevê os números de avanço da doença nos próximos dias. O mercado de de Wuhan, onde se suspeita que a nova cepa de coronavírus começou a se espalhar. O estabelecimento está fechado desde 21 de janeiro de 2020 Dake Kang/AP 6) A ferramenta de Gabriel Goh que permite simular o número de infectados e mortos pela Covid-19, segundo o modelo clássico dos epidemiologistas, inspirou NIcholas Kristof a estimar, num gráfico interativo no New York Times, as diferenças de impacto das estratégias de distanciamento social, dependendo do período e do instante em que são adotadas. Outro gráfico interativo do Times conta como o coronavírus saiu da China para o mundo. Diversas rotinas que ajudam programadores de Python a implementar o modelo foram publicadas por Ryan McGee no GitHub. O Times também liberou uma base de dados com informações detalhadas sobre todos os casos da doença nos Estados Unidos. No Covid Stuff, Luca Dellanna analisa as diferentes métricas usadas para avaliar a pandemia e mostra por que poucos prestam atenção aos números corretos. No Popular Science, Sara Chodosh mostra porque os gráficos mais usados geram tanta confusão. A escritora e ativista americana Susan Sontag Divulgação/Companhia das Letras 7) A New York Review of Books (NYRB) republicou o texto clássico de Susan Sontag sobre as doenças como metáforas políticas. Também na NYRB, Fintan O’Toole investiga a campanha do pré-candidato democrata Bernie Sanders. Ainda na NYRB, Tim Wu resenha o novo livro de Shoshana Zuboff aobre o poder das gigantes do Vale do Silício. 8) Na Quantum, Andy Matuschak e Michael Nielsen destilam os mistérios da mecânica quântica para principiantes
Sat, 28 Mar 2020 09:00:28 -0000
Brasil é suficientemente rico para garantir ajuda aos afetados pelo coronavírus, diz um dos criadores do Bolsa Família

Ricardo Paes de Barros avalia, no entanto, que país tem de melhorar sua rede de comunicação para identificar quais pessoas são mais prejudicadas economicamente e socialmente pelo vírus. Um dos criadores do programa Bolsa Família, o economista Ricardo Paes de Barros avalia que o Brasil tem os recursos necessários para ajudar a população mais afetada a superar a crise do coronavírus. O economista afirma, no entanto, que o país tem de melhorar a sua rede de comunicação para que o governo consiga focar suas medidas nas pessoas mais prejudicadas economicamente e socialmente pelo vírus. "Nós precisamos ter um novo sistema de informação que seja capaz de identificar quem são as pessoas que estão sendo afetadas e que precisam de ajuda. O país é suficientemente rico para garantir ajuda para essas pessoas", diz Paes de Barros, também professor do Insper. Coronavírus: veja as medidas econômicas já anunciadas pelo governo federal e pelo BC Ricardo Paes de Barros, professor do Insper Sérgio Castro/Estadão Conteúdo/Arquivo A seguir os principais trechos da entrevista. A crise atual tem aspectos sérios na saúde e na economia. Como lidar com ela? Em primeiro lugar e, sem dúvida alguma, nós temos de proteger as pessoas. Em segundo lugar, temos que garantir o mínimo (de recursos) para todo mundo. Coronavírus: Câmara aprova projeto que prevê R$ 600 por mês para trabalhador informal Como garantir o mínimo para todo mundo? Para garantir o mínimo a todo mundo, é preciso saber quem são as pessoas que estão sendo mais afetadas por este evento (coronavírus). Como ele era imprevisível, a gente não necessariamente tem os mecanismos governamentais para identificar os brasileiros que estão sendo mais atingidos. Nós precisamos ter um novo sistema de informação que seja capaz de identificar quem são as pessoas que estão sendo afetadas e que precisam de ajuda. O país é suficientemente rico para garantir ajuda para essas pessoas. Como criar toda essa rede de informação? Nós precisamos do apoio das instituições comunitárias idôneas e do nosso serviço de assistência social, com o Cras (Centro de Referência de Assistência Social) funcionando de tal maneira que ele possa informar para municípios, estados e governo federal exatamente em quais locais estão as necessidades e qual é a magnitude de cada uma delas. É uma guerra contra o vírus e nós precisamos de informação local para poder direcionar a ajuda melhor. O governo tem anunciado algumas medidas de ajuda, como uma renda para trabalhadores informais. Qual é a sua avaliação dessas medidas? O que o governo está tentando fazer é uma ajuda meio generalizada, mas é uma boa ideia. Na falta de informação, é melhor ajudar todo mundo do que ser muito seletivo em um primeiro momento. Na medida em que isso for durar meses e, para gente conseguir lidar com essa crise no médio prazo, daqui a dois, três, quatro meses, nós temos que crescentemente ter mais informação sobre em quais locais estão as pessoas mais vulneráveis. O país pode partir para mais uma frente. Mitigar os efeitos da crise tem a ver com a saúde pública, mas também tem a ver com que as pessoas consigam trabalhar o máximo possível, de uma maneira segura, dentro dos padrões que a saúde acha que são adequados. Todo mundo está precisando de ajuda, logo nós temos de trabalhar mais para ajudar todo mundo. O momento é importante para gente ter frentes de trabalho público, por exemplo. Governo anuncia R$40 bi para financiar salário do trabalhador de pequena e média empresa Como isso pode ser feito? Nas comunidades mais pobres, vamos precisar de apoio para manter a limpeza dessas áreas e ajudar a população mais idosa. Ou seja, uma série de serviços, de atividades, que a gente não dava muita atenção no nosso dia a dia até esse evento. E isso significa mais empregos. A única instituição capaz de contratar estes trabalhadores é o governo. O governo deveria criar frentes de trabalho voltadas para enfrentamento e atendimento da população. Nós temos vários trabalhos produtivos a serem feitos. O mais importante deles é alimentar o setor público com informação de qualidade sobre o que realmente está acontecendo em cada comunidade. Com isso, nós vamos ser capazes de enfrentar o desafio (da crise). A gente não pode estar mal informado sobre o que acontece em cada local, da mesma maneira que a saúde pública não pode estar mal informada de quem tem ou quem não tem o vírus. Ricardo Paes de Barros, professor do Insper Felipe Rau/Estadão Conteúdo/Arquivo Há muita comparação em relação aos benefícios que outros países, sobretudo os da Europa, estão oferecendo para a população. No combate à pobreza, os nossos sistema são bem diferentes. Primeiro, o Brasil tem uma característica habitacional da população pobre com uma qualidade muito inferior a de qualquer país europeu. Nas comunidades mais pobres, a questão de isolamento, limpeza e higienização vai ser muito mais complicada do que na Europa. E nós temos um número de pessoas invisíveis para o estado, que é completamente diferente do sistema europeu. Temos um grau de bancarização, de inclusão financeira, muito menor. A capacidade do Brasil de se comunicar financeiramente e eletronicamente com as famílias é pior. Os nossos pobres vão sentir mais, logo temos de ter mais cuidado com a economia porque existe uma quantidade de pessoas que não está nos nossos cadastrados e que vai sofrer com esse evento. O Brasil tem registrado uma piora da desigualdade. Qual pode ser o impacto dessa crise? É difícil prever o que vai exatamente acontecer com a desigualdade. Neste momento, talvez, as áreas mais ricas do Brasil estão sendo mais afetadas do que as mais pobres. O que a gente tem de se preocupar é com as garantias das necessidades básicas de todo mundo, de que todos os brasileiros tenham as suas necessidades básicas satisfeitas. Essa é uma crise que pode levar para a pobreza pessoas que estavam fora dela ou dos registros de famílias pobres. Portanto, a gente precisa que os nossos sistemas de informações da assistência social e da saúde estejam muito casados com as organizações comunitárias e que sejam capazes de informar em quais locais estão os problemas. O governo vai ter de gastar nesta crise. Qual é o tamanho da restrição fiscal do país? Toda vez que o governo pega algum recurso emprestado e aumenta a sua dívida pública ele está colocando uma carga nas gerações futuras. Este é o momento em que as gerações futuras, embora não estejam presentes, não vão se importar de que parte desse custo recaia sobre elas. Tenho certeza. E é para isso que o governo existe, para administrar essas transferências intergeracionais. Eu acho que o futuro do Brasil é de um país muito mais rico e, portanto, não vejo nenhum problema neste momento de o país tomar emprestado das gerações futuras o quanto for necessário para lidar com essa crise. Obviamente que isso tem de ser feito da maneira mais eficiente possível. Initial plugin text
Sat, 28 Mar 2020 09:00:21 -0000
G1 lista lives musicais deste sábado (28): Miley Cyrus, Jay-Z, Jack Johnson, MC Rebecca...

Entre as transmissões ao vivo do dia também está um festival do Twitch com Rita Ora, Joe Jonas, Charlie Puth, John Legend, Thalia, Cage the Elephant, Lumineers e outros; veja lista do G1. Jack Johnson, Miley Cyrus e Jay-Z estão entre os artistas que fazem lives neste sábado (28) Divulgação A programação musical de lives, transmissões ao vivo na internet, inclui Miley Cyrus, Jay-Z, Jack Johnson, MC Rebecca e muitos outros neste sábado. O G1 lista as principais lives do dia abaixo. Continuam as séries #TamoJunto e #MúsicaEmCasa (clique nos nomes para ver a programação completa). O bastidor virou o show. Casas de músicos são os palcos possíveis no isolamento para conter o coronavírus. Na tentativa e erro, as transmissões apontam caminhos para a música pop em quarentena. O G1 fez um intensivão de lives e conversou sobre os desafios deste formato; leia. A lista abaixo está toda no horário de Brasília. Lives deste sábado (28) JAY-Z, J. Cole, Lil Wayne, Meek Mill, Gunna, City Girls, 21 Savage mais - 13h - Tidal AtHome - Link Rita Ora, Joe Jonas, Charlie Puth, John Legend, Thalia, Cage the Elephant, Lumineers e outros - Twitch Stream Aid 2020 - 13h - Link Sofi Tukker - 14h - Link Miley Cyrus - 15h30 - Link Xande de Pilares - 17h - Link (TamoJunto) Paul Oakenfold, Alan Fitzpatrick e outros - Beatport ReConnect - 17h - Link Projota - 18h - Link (TamoJunto) Brendan Benson - 18h20 - Link Orochi - 18h30 - Link (TamoJunto) Melim - 19h - Link (MúsicaEmCasa) Melissa Etheridge - 19h - Link Christine and the Queens - 19h - Link Vanessa Carlton - 19h - Link Ben Folds - 19h - Link Jack Johnson - 19h - Link MC Rebecca - 19h30 - Link (TamoJunto) Haikaiss - 20h - Link (TamoJunto) Ben Gibbard (Death Cab for Cutie) - 20h - Link Pedro Sampaio - 20h30 - Link (TamoJunto) Tropkillaz - 21h - Link (MúsicaEmCasa) Rael - 21h30 - Link (TamoJunto) Diplo - 0h - Link MC Rebecca Divulgação
Sat, 28 Mar 2020 09:00:18 -0000
Brasileiros em Ushuaia, Argentina, buscam ajuda para voltar ao RJ

Pelo menos outros três casais estão na cidade sem poder retornar ao país. Fronteiras da Argentina e do Chile estão fechadas e transporte interno nos dois países interrompidos. O servidor público Ricardo Amaral e a mulher, a professora Maria do Céu tentam voltar ao RJ Reprodução O servidor público Ricardo Amaral, de 53 anos, e a professora Maria do Céu Monteiro, de 46 anos, viram o sonho de conhecer o Ushuaia, a Terra do Fogo, na Argentina, virar um pesadelo em tempos do novo coronavírus. O casal está desde a quinta-feira (19) tentando retornar ao Rio de Janeiro, mas não consegue. Como eles, há, pelo menos, outros três casais do Rio sem saber como voltam ao Brasil. Eles já telefonaram para a Embaixada do Brasil em Buenos Aires e não conseguiram ajuda. Também preencheram um formulário colocado à disposição na página do Itamaraty, na internet, para brasileiros que não conseguem voltar ao país por causa do coronavírus, e também não obtiveram resposta. Questionado às 14h25 desta sexta-feira (27), o Itamaraty não respondeu à reportagem até o momento. Desde o domingo (15), as fronteiras da Argentina estão fechadas. Apenas cidadãos argentinos ou estrangeiros residentes no país podem entrar. As fronteiras do Chile fecharam na quarta-feira (18). Para chegar ao Ushuaia é preciso passar por quatro aduanas localizadas nos dois países. O casal Ricardo e Maria do Céu chegaram ao Ushuaia em 15 de março, data que o governo argentino decidiu fechar as fronteiras do país Arquivo Pessoal "Nossa viagem começou no dia 2 de março quando fomos de carro até Santa Catarina. Em dois dias estávamos em Buenos Aires. Em momento algum policiais falavam de coronavírus e isso nos dava segurança a seguir. Até que no dia 15, quando chegamos ao Ushuaia encontramos os parques fechados", afirmou o servidor público Ricardo Amara Naquele momento, teve início a busca por passagens de volta ao Brasil mas o servidor e sua mulher não conseguiram apoio da embaixada para retornar ao país. Ao saber da notícia de que as ruas estavam bloqueadas se chegasse a Buenos Aires, Ricardo temia como ficaria na capital argentina já que os hotéis já não recebiam novos hóspedes. "Estamos numa situação muito ruim. Conseguimos estender o aluguel do apartamento até a terça-feira (31) e não sabemos se conseguiremos renovar. Só um de nós pode ir à rua comprar comida, mas é muito inseguro para quem é estrangeiro", conta. Initial plugin text
Sat, 28 Mar 2020 09:00:15 -0000
'1 contra todos' leva anti-herói injustiçado à liderança de cartel em sua última temporada

Série, com primeiro ano no Globoplay, estreou final nesta sexta-feira (27). Júlio Andrade e Sílvio Guindane falaram com G1 sobre encerramento da história. João Fernandes e Júlio Andrade em cena de '1 contra todos' Divulgação/Fox Os últimos quatro anos não foram fáceis para Cadu Fortuna. Ao contrário do que seu sobrenome pode indicar, o anti-herói de "1 contra todos" enfrentou uma espiral de azar que o levou de um defensor público falsamente acusado à liderança de um cartel de drogas. A série estreou sua última temporada nesta sexta-feira na Fox — a primeira delas está disponível no Globoplay. Nestes últimos oito episódios, o personagem que deu duas indicações ao Emmy Internacional a Júlio Andrade ("Sob pressão") tenta voltar a algum tipo de normalidade. Mas seu destino, criado pelo diretor Breno Silveira ("Gonzaga: de pai pra filho"), logo dá um jeito de tirá-lo novamente dos eixos. "É o Cadu, né. Se ele se desse bem não teria série. Então logo no começo não dá certo", conta Andrade em entrevista ao G1. "Essa temporada ele começa até tentando se descontaminar dessa história do tráfico, que ele construiu junto com o Pepe (Roberto Birindelli), e voltar às origens da família, reconstruir uma nova família. A série é essa tensão, né?" Julia Konrad e Roberto Birindelli em cena de '1 contra todos' Divulgação/Fox Lua ou despedida O ator afirma que a decisão de encerrar a jornada do anti-herói parte da decisão de dar um curso natural à sua trajetória. "Foi um combinado meio que entre a gente. Acho que tanto da minha parte quanto do Breno e das outras pessoas da equipe", diz Andrade. "Não que '1 contra todos' não pudesse (continuar), mas a minha opinião é que o Cadu, eu não sei, não tenho na minha cabeça para onde ele iria mais. Até brinquei outro dia: 'ele iria para a lua', sabe? Vender drogas na lua. O companheiro de elenco Sílvio Guindane ("A divisão"), intérprete da travesti Mãe, compartilha a opinião. Ele conta que, apesar de concordar com a decisão de que era necessário encerrar o ciclo, sentirá falta dos companheiros. Sílvio Guindane em cena de '1 contra todos' Divulgação/Fox "Estou órfão. Há quatro anos com a mesma equipe, com as mesmas pessoas, com o Julinho, com o Breno. Esse ano foi uma dor no coração. 'Como assim a gente não vai filmar?'", brinca ele. "É uma das coisas mais chatas da nossa profissão. A gente passa 12 horas com essas pessoas, vira uma família. No '1 contra todos' eu cresci. Julinho teve filho, eu tive filho, a gente foi crescendo junto e, quando pára, a gente sente falta de estar ali naquele núcleo." Júlio Andrade em cena de '1 contra todos' Divulgação/Fox
Sat, 28 Mar 2020 09:00:14 -0000
Possível reabertura do comércio em Itabira provoca polêmica na cidade

Proposta foi realizada pelo presidente da CDL de Itabira no período em que o município enfrenta medidas de combate ao coronavírus. Cidade de Itabira cresceu com a exploração do minério de ferro. Thais Pimentel/G1 Um comunicado do presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Itabira provocou polêmica na cidade da região central de Minas Gerais. O material foi publicado em vídeo na sexta-feira (27), pelas redes sociais. Na gravação, Maurício Henrique Martins informou ter se reunido com representantes do Governo Municipal e da Câmara dos Vereadores de Itabira para tratar sobre o fechamento do comércio, na cidade. Segundo Martins, após a reunião ficou concluído que o comércio precisa ser reaberto. Presidente da CDL de Itabira propõe retorno do comércio na cidade Reprodução / Redes Sociais Ainda de acordo com o presidente da CDL de Itabira, o decreto que suspende as atividades do comércio no município vence no dia 31 de março. Por isso, a proposta é que a situação volte à normalidade no dia primeiro de abril. “Estamos pretendendo, na verdade, tomar uma decisão em conjunto com vocês para que na quarta-feira (1º), a gente retome as nossas atividades. Mas isso depende de uma decisão com vocês”, informou Martins. Após tomar conhecimento do vídeo, o prefeito da cidade Ronaldo Lage Magalhães (PTB) também fez um pronunciamento por meio das redes sociais. Ele negou ter havido a reunião do presidente da CDL com a prefeitura e ressaltou que seguirá a recomendação das autoridades de saúde e da Organização Mundial de Saúde (OMS). Prefeito Ronaldo Magalhães (PTB) afirmou que vai seguir decreto do Governo do Estado Redes Sociais / Reprodução “O decreto do Governo Municipal vence na terça-feira (31), mas, a partir daí, eu tenho a obrigação legal de acompanhar o Governo do Estado. O que o Governo decidir, eu sou obrigado a cumprir”, esclareceu o prefeito. O G1 solicitou à Prefeitura de Itabira acesso ao decreto municipal cujo prazo vence no dia 31 de março e aguarda retorno. Até o último boletim epidemiológico divulgado na sexta-feira pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), Itabira não teve notificações de casos suspeitos ou confirmados. Mas o documento relacionou um município com cinco casos em investigação, sem especificar qual. Isolamento Social Em decreto de calamidade pública, o governador Romeu Zema (Novo) determinou a suspensão de reuniões e eventos públicos ou particulares com mais de 30 pessoas. A decisão é válida para todo o Estado, por tempo indeterminado. Mas, no vídeo publicado nas redes sociais, o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Itabira Maurício Henrique Martins, convocou uma assembleia com os associados na rua, em frente à sede da entidade. "Na terça-feira nós vamos convocar uma reunião à tarde, vamos marcar o horário certinho, essa reunião deve acontecer em frente à CDL, em local aberto, e convoco todos vocês", convidou Martins. Já o decreto municipal do dia 19 de março, de número 3.178, assinado pelo prefeito de Itabira Ronaldo Lage Magalhães (PTB), determina a suspensão dos Alvarás de Localização e Funcionamento por tempo indeterminado, a partir do dia 21 de março, para as seguintes atividades: Casas de shows e espetáculos de qualquer natureza; Boates, danceterias, salões de dança; Casas de festa e eventos; Feiras, exposições, congressos e seminários; Centros de comércio e galerias de lojas; Cinemas e teatros; Clubes de serviço e de lazer; Academia, centro de ginástica e estabelecimentos de condicionamento físico; Clínicas de estética, salões de beleza e barbearias; Parques de diversão; Bares, restaurantes, lanchonetes e trailer.
Sat, 28 Mar 2020 09:00:06 -0000
Polícia prende 7 homens suspeitos de receptação em restaurante de Belo Horizonte

PM já conhece o local como ponto de prática do crime. Dinheiro, munição e ferramentas foram apreendidos. PM encontrou munição de diversos calibres com os suspeitos Reprodução / TV Globo Sete pessoas foram presas por posse ilegal de munição, em Belo Horizonte. Os militares chegaram aos suspeitos durante patrulhamento na região central da cidade, na madrugada deste sábado (28). De acordo com a polícia, quatro homens entraram em um restaurante na Rua Guaicurus. Ainda segundo a PM, eles aparentavam estar envolvidos em atitudes suspeitas, já que o local é conhecido como ponto de receptação de mercadorias roubadas. Em seguida, mais três comparsas também entraram no estabelecimento. Policiais foram até o estabelecimento para fazer uma averiguação. Os militares perceberam o nervosismo dos homens. Inicialmente, eles relataram apenas entrar e sair do local, sem propósito específico. Mas, durante a abordagem, um dos policiais foi até o segundo pavimento e encontrou um dos suspeitos escondidos com diversos maquinários comumente utilizados na construção civil. Material de construção apreendido pelos militares Reprodução / TV Globo O material foi apreendido junto a diversos aparelhos celulares com queixa de furto ou roubo. Também foram encontrados R$ 2.500,00 em cédulas manchadas de tinta, técnica utilizada pelos bancos para identificar notas provenientes de roubo a caixa eletrônico. Além disso, foram recolhidas três caixas com munição calibre 22 e outras 16 cápsulas de outros calibres. Cédulas manchadas com tinta foram apreendidas Reprodução / TV Globo Segundo a PM, todos os sete envolvidos já têm passagem pela polícia por receptação.
Sat, 28 Mar 2020 08:21:43 -0000

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